me sinto perdida, amor. tenho medos que não compreendo, estou enlaçada pela tristeza e amargura, a raiva explode no centro do ser, falta. o que não sei, me perdoe a condição do meu ser. tudo traz medo. a fragilidade percorre minhas lágrimas.. o meu corpo sente que cai. não sou capaz, agora, de ter outros olhos ou alguma fé. estou presa. estamos. agonia de agonizar. medo do confuso, e também do inseguro. quisera ter palavras de conforto às suas dores, mas mal me vejo entre as águas conturbadas. estou perdida de mim mesma e do mundo. não sei se estou pronta pra vida, ainda sem saber em que parte dela me encontro. dói
e no entanto, sou profundamente amada.
Mostrando postagens com marcador profundidades. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador profundidades. Mostrar todas as postagens
quarta-feira, 6 de maio de 2015
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015
Prólogo
Minha história começa assim, uma melodia triste e um cigarro. Minhas lágrimas salgadas são as águas da Mãe. Que segredos guardam este mar, minha Mãe? Muitos grãos de areia já passaram por estes fios de cabelo. A represa debanda na selva do meu ser. Girassol, brilha a flor de luz. Rosa, maracujá, amêndoa doce. Chá de margarida, sopro de alecrim.
"Fui agora incubido ... de contar meu mito pessoal [den Mythus meines Lebens]."
Carl Gustav Jung (Memórias, sonhos, reflexões)
Assinar:
Postagens (Atom)

