sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Prólogo


Minha história começa assim, uma melodia triste e um cigarro. Minhas lágrimas salgadas são as águas da Mãe. Que segredos guardam este mar, minha Mãe? Muitos grãos de areia já passaram por estes fios de cabelo. A represa debanda na selva do meu ser. Girassol, brilha a flor de luz. Rosa, maracujá, amêndoa doce. Chá de margarida, sopro de alecrim.


"Fui agora incubido ... de contar meu mito pessoal [den Mythus meines Lebens]."
Carl Gustav Jung (Memórias, sonhos, reflexões)